Ex-jogador do Manchester City e da seleção inglesa, Joey Barton foi considerado culpado por agressão à sua esposa. O caso aconteceu em Londres, em junho de 2021.
Segundo a denúncia, o ex-jogador teria chutado a cabeça de Georgia Barton após ingerir bebidas alcoólicas com mais dois casais. Após a agressão, ela ligou para as autoridades policiais, que prenderam Barton dormindo em seu quarto.
“O único lugar onde sua esposa tem o direito de se sentir segura e protegida é em casa, e a única pessoa por quem ela tem o direito de se sentir segura e protegida é você, e não foi isso que aconteceu neste caso”, disse o magistrado ao condená-lo.
O ex-meia inglês, de 42 anos, confessou que bebeu “seis a oito” doses de vinho e que houve um desentendimento naquela noite, mas negou as agressões.
Barton deveria ter sido julgado em 2022, mas houve adiamento após sua esposa ter retirado a queixa contra ele.
Estou realmente decepcionado com o veredito. Pretendo apelar para o Tribunal Superior e tenho que respeitar esse processo. É tudo que posso dizer sobre o assunto
Joey Barton, na saída do tribunal
O ex-jogador foi condenado a três meses de prisão após ser considerado culpado da agressão. Ele evitou a prisão e acabou recebendo uma pena suspensa de 12 semanas, sendo também condenado a pagar cerca de 2 mil libras (R$ 14 mil).
A carreira de Joey Barton e birra com Neymar
O ex-meia se aposentou dos gramados em 2017 quando foi suspenso pela Federação Inglesa após admitir que fez apostas ligadas ao futebol.
Além do Manchester City, Barton defendeu Newcastle, Queens Park Rangers, Burnley, Olympique de Marseille e Rangers. Ele tem no currículo uma partida pela seleção inglesa.
Barton se envolveu em inúmeras polêmicas na carreira e é conhecido por ser crítico a Neymar. Em 2013, quando Neymar disse que não o conhecia, o inglês chegou a ser acusado de xenofobia ao sugerir que o brasileiro deixasse a “liga amazônica da selva”.
Em 2018, Joey Barton disse que Neymar era “a Kim Kardashian do futebol” após criticar a atuação do brasileiro na Copa da Rússia e chamá-lo de fenômeno publicitário, e não do futebol.