Entenda como os golfinhos utilizam as toxinas do peixe-baiacu em doses baixas para atingir um estado de relaxamento, conforme observado por cientistas
inteligência artificial-ChatGPT/Olhar Digital)
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Você já imaginou que os golfinhos pudessem ter comportamentos sociais tão complexos a ponto de buscarem formas de lazer? Cientistas observaram esses animais interagindo com peixes baiacu de uma maneira surpreendente e recreativa.
Um documentário da BBC-Spy in the Pod usou câmeras ocultas para filmar golfinhos manipulando pufferfish de forma delicada e passando-os entre si, levando pesquisadores a descreverem esse comportamento como possivelmente associado à liberação de toxinas.
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Abordagem cuidadosa
Os golfinhos cutucam o peixe baiacu gentilmente para que ele libere a tetrodotoxina sem que o peixe seja ferido ou devorado.
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Compartilhamento social
O grupo de golfinhos passa o peixe de um para o outro, permitindo que todos aproveitem a experiência de forma coletiva e controlada.
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Estado de transe
Após a exposição à toxina, os golfinhos foram vistos boiando na superfície, agindo como se estivessem hipnotizados pelo próprio reflexo.
A ciência por trás da brisa marinha
A tetrodotoxina presente no peixe baiacu é extremamente letal em grandes quantidades, mas, ao que tudo indica, os golfinhos aprenderam a dosar essa substância. Em pequenas porções, o veneno causa um efeito narcótico, o que demonstra uma inteligência prática impressionante desses mamíferos em manipular o ambiente ao seu redor para fins não alimentares.
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Diferença entre alimentação e interação recreativa
É importante notar que os golfinhos não tratam o baiacu como uma presa comum durante esse ritual. Eles demonstram um cuidado quase cirúrgico para não matar o peixe, garantindo que a fonte da “diversão” continue disponível para o restante do grupo.

O impacto social e a inteligência desses animais
Esse tipo de comportamento reforça a ideia de que golfinhos possuem uma vida emocional e social muito mais vasta do que imaginávamos. Eles não vivem apenas em função da sobrevivência e da caça; eles buscam experiências sensoriais e compartilham momentos de lazer, utilizando ferramentas naturais para alterar seu estado de consciência de forma grupal.
Joaquim Luppi é colaborador do Olhar Digital. Técnico em Informática pelo IFRO, atua em instalação e manutenção de computadores, redes, sistemas operacionais, programação e desenvolvimento full-stack.
Colaboração para o Olhar Digital
Vanessa Tavares é colaborador no Olhar Digital







