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Para este meio de fevereiro, já temos a confirmação do primeiro eclipse do ano: um anel de fogo. O evento astronômico ficará visível em diferentes regiões do continente africano e americano, além de poder ser observado direto dos oceanos Pacífico, Índico e Atlântico.
Mas como esse tipo de eclipse se forma e por que é chamado de “anel de fogo”? O Olhar Digital apurou as informações e responderá cada dúvida nos parágrafos seguintes.
O que é o “anel de fogo”, fenômeno que dominará o eclipse?

Inicialmente, podemos definir como eclipse um evento astronômico que ocorre quando um corpo celeste (ou objeto) passa na frente de outro astro, bloqueando a luz do primeiro. Isso acontece comumente quando o Sol passa na frente da Lua ou quando a Lua passa na frente do Sol.
O fenômeno que ocorrerá na terça-feira (17) é chamado de eclipse solar anular. É um eclipse solar porque a Lua se coloca entre o Sol e a Terra, bloqueando a visão da estrela para quem a enxerga de nosso planeta; e é chamado de anular porque quando a Lua cobrir o Sol, apenas a silhueta circular da estrela ficará visível.

Este círculo brilhoso que ficará visível é comumente chamado de anel de fogo, uma referência direta ao resultado visual do eclipse solar anular.
De forma geral, é possível dizer que dependendo da fase da Lua e de sua distância a partir da Terra, diferentes eclipses solares podem acontecer, como:
- Total: a Lua cobre completamente o Sol;
- Parcial: a Lua cobre apenas uma parte do Sol;
- Anular: a Lua cobre o centro do Sol, mas deixa uma borda brilhante visível.
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Onde o evento será visível?
De acordo com a plataforma de climatologia e meteorologia espacial Time And Date, o eclipse da próxima terça-feira (17) será entre 06h56 e 11h27 (horário de Brasília), podendo ser observado no sul da África, sul da América do Sul, nos oceanos Pacífico, Atlântico e Índico, e na Antártica.
No entanto, apenas no céu do continente gelado é que será formado o “Anel de Fogo”, com a Lua se posicionando exatamente no meio do Sol, contornada por um círculo dourado perfeito. Nas demais localidades, o eclipse será parcial, com proporções variadas de cobertura do astro.








