Novos prints atribuídos a conversas envolvendo Virginia Mendes e ex-ajudante de ordens voltam a circular

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Material divulgado nas redes sociais faz referência a episódio ocorrido durante agenda oficial em Cáceres, mas autenticidade das imagens ainda não foi confirmada

Uma nova sequência de prints atribuídos a conversas envolvendo o 1º sargento da Polícia Militar Eros Rogério Barros Araújo, ex-ajudante de ordens e segurança de Virginia Mendes, voltou a circular nas redes sociais e em grupos de mensagens.

O material ganhou repercussão nesta segunda-feira (21) por apresentar supostas conversas relacionadas a um episódio ocorrido em maio de 2024, durante uma agenda oficial em Cáceres, quando Virginia Mendes teria viajado sem a companhia do então governador Mauro Mendes.

Segundo a publicação que divulgou os prints, as mensagens fariam referência à atuação da equipe responsável pela segurança da primeira-dama durante a permanência em um hotel. O conteúdo atribuído às conversas menciona uma suposta orientação para que policiais militares que permaneciam no corredor do hotel fossem retirados do local.

Ainda conforme o material divulgado, a situação teria envolvido comunicação entre Eros e o superintendente do Gabinete Militar, em razão de uma determinação atribuída à primeira-dama.

As imagens, entretanto, são apresentadas como supostos prints de conversas e não tiveram sua autenticidade comprovada de forma independente. Também não está confirmada a origem dos arquivos que passaram a circular.

Celular foi entregue à Polícia Federal

A circulação do novo material ocorre semanas após Eros Rogério Barros Araújo entregar voluntariamente seu celular à Polícia Federal, em 14 de agosto de 2026.

Segundo documento obtido pelo VGN, o ex-ajudante de ordens entregou um iPhone à PF e forneceu as senhas de acesso ao aparelho, ao WhatsApp e ao iCloud. O telefone foi lacrado e registrado como bem apreendido.

Posteriormente, outros prints atribuídos ao conteúdo do aparelho também começaram a circular em grupos de WhatsApp. Na ocasião, a origem e a autenticidade das imagens não haviam sido confirmadas.

A nova divulgação volta a levantar questionamentos sobre a procedência dos arquivos, principalmente porque ocorre após a entrega do aparelho às autoridades federais.

Até o momento, não há confirmação pública de que os novos prints tenham sido extraídos diretamente do celular entregue à Polícia Federal.

Investigação e manifestações

A origem dos arquivos e a autenticidade das conversas permanecem sem confirmação pública. A divulgação de imagens atribuídas a conversas privadas, por si só, não comprova que os diálogos sejam legítimos ou que tenham ocorrido exatamente da forma apresentada.

A reportagem também considera as informações divulgadas como alegações atribuídas às fontes e aos materiais que circulam, sem tratar o conteúdo dos prints como fato comprovado.

O espaço permanece aberto para manifestação dos envolvidos e das autoridades responsáveis por eventuais apurações.

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