A Polícia Civil de Mato Grosso, em ação integrada com a Polícia Civil do Estado do Maranhão, prendeu um homem que tinha mandado de prisão preventiva decretado pelo crime de estupro de vulnerável, praticado contra uma criança de 10 anos, em Lucas do Rio Verde.
A prisão foi realizada na quinta-feira (5.11), após investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Lucas do Rio Verde, que resultou na identificação do paradeiro do suspeito no município de Monção (MA).
Conforme apurado, o investigado é tio da vítima por afinidade, sendo casado com uma tia paterna da criança. Os abusos teriam ocorrido de forma reiterada durante o período em que a vítima residiu com familiares do lado paterno.
Diante dos fatos, a Polícia Civil instaurou procedimento investigativo e realizou diversas diligências, reunindo elementos de autoria e materialidade que apontaram para a prática do crime de estupro de vulnerável.
Com base nos indícios e nas provas reunidas, a Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Lucas do Rio Verde representou pela prisão preventiva do suspeito. O pedido foi deferido pelo Poder Judiciário.
Após tomar conhecimento de que havia sido denunciado pela vítima, o investigado fugiu e passou a se ocultar para evitar sua localização e responsabilização criminal.
Apuração
A partir de então, a equipe da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Lucas do Rio Verde intensificou os trabalhos investigativos e de inteligência, conseguindo identificar que o suspeito estava escondido no município de Monção, no Maranhão.
Com as informações levantadas, foi realizada uma ação integrada entre as Polícias Civis de Mato Grosso e do Maranhão, que possibilitou a localização e a prisão do investigado. Ele ficará à disposição da Justiça.
A prisão é resultado do trabalho de investigação, inteligência e cooperação interestadual entre as forças policiais, demonstrando a importância da atuação integrada no enfrentamento aos crimes sexuais praticados contra crianças e adolescentes, especialmente nos casos em que os investigados tentam fugir para outros estados para escapar da responsabilização criminal.













