Com protagonismo rural, Claudecir Conttreira defende PL 1.898/2025 e inspira COFECI a nacionalizar diretoria do agro

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O presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Mato Grosso (CRECI-MT), Claudecir Conttreira, voltou a ganhar destaque em plenária nacional do Sistema COFECI-CRECI ao defender a aprovação do Projeto de Lei 1.898/2025, de autoria do senador Wellington Fagundes (PL-MT). O texto, construído a partir de proposta escrita por Conttreira e sua equipe, propõe a criação de um marco regulatório específico para a atividade dos corretores de imóveis no meio rural, um dos segmentos mais sensíveis e carentes de regulamentação no país.

 

Na visão de Conttreira, o projeto responde a um problema histórico: a ausência de fiscalização eficaz e de reconhecimento institucional para corretores que atuam no campo. “Nós estamos propondo uma transformação, e esse projeto é parte fundamental disso. Não se trata apenas de aprovar uma lei, mas de mudar a realidade do corretor rural e garantir segurança jurídica para quem compra, vende e negocia imóveis ligados ao agronegócio”, disse ele durante a plenária.

 

A proposta do PL 1.898/2025 busca formalizar regras específicas para a intermediação de propriedades rurais, definir competências de fiscalização no campo e coibir o exercício ilegal da profissão, que ainda predomina em regiões interioranas. A expectativa, segundo Conttreira, é que o projeto se torne um instrumento de valorização e expansão da categoria, especialmente em estados como Mato Grosso, onde o mercado imobiliário rural é extremamente ativo.

 

Continuidade de uma agenda que já mostra resultados

 

Esta não é a primeira vez que Claudecir Conttreira se destaca no cenário nacional. Em matéria anterior, já havíamos noticiado que, sob sua gestão, o CRECI-MT havia criado a Diretoria de Relacionamento com o Campo e Fiscalização Rural, uma estrutura inédita entre os conselhos regionais. A medida reforçou a presença do CRECI em eventos do agronegócio, aproximou a entidade de federações como a FAMATO, e articulou diálogo com mais de 90 sindicatos rurais no interior do estado.

 

Essa aproximação com o agro tem gerado resultados expressivos. Em pouco mais de três anos, o número de inscritos no CRECI-MT saltou de 13 mil para 22 mil. A arrecadação, que era de R$ 5 milhões em 2021, passou para R$ 12 milhões e caminha para R$ 16 milhões em 2025. “Estamos transformando um conselho que antes era invisível no interior, em uma referência no relacionamento com o setor que mais movimenta a economia do estado”, afirmou Conttreira.

 

A força da iniciativa local já inspira o Conselho Federal de Corretores de Imóveis (COFECI), que discute a criação de uma diretoria nacional com foco no agronegócio. O modelo seria baseado na experiência de Mato Grosso, consolidando em âmbito nacional uma política de diálogo com o campo aliada à fiscalização estratégica.

 

Reconhecimento político e articulação no Senado

 

Durante a plenária, Conttreira também sugeriu que o senador Wellington Fagundes receba a Comenda Juscelino Kubitschek, honraria do COFECI, em reconhecimento à apresentação do projeto de lei. Segundo ele, o senador não apenas apresentou o texto, mas já articula a formação de uma base de apoio dentro do Senado Federal para que a proposta avance nas comissões e chegue ao plenário.

 

“O senador está comprometido, já conversei com o presidente João Teodoro e há abertura para construir uma rede de apoio à pauta. O projeto tem a cara do agro, mas também tem a marca da legalidade, da valorização da profissão e da ética no mercado imobiliário”, afirmou.

 

O novo papel do corretor rural

 

A fala de Claudecir Conttreira e a defesa do projeto de lei revelam uma virada estratégica no papel do corretor de imóveis no Brasil. Mais do que intermediar vendas, o profissional passa a atuar como agente de regularização fundiária, segurança contratual e desenvolvimento sustentável das propriedades rurais.

 

“Não é apenas sobre fiscalizar. É sobre orientar, informar, educar o campo sobre a importância de atuar dentro da legalidade. Estamos combatendo os malandros, os picaretas e, ao mesmo tempo, fortalecendo os bons profissionais que já atuam e que estavam à margem do reconhecimento institucional”, finalizou.

 

A movimentação liderada por Conttreira mostra que, mais do que números e estruturas, é a presença ativa e estratégica que transforma instituições. E, ao que tudo indica, o modelo mato-grossense está ganhando musculatura para influenciar todo o sistema nacional.

 

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