Em 2025, Pix movimentou três vezes o PIB do Brasil

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Foram R$ 35,36 trilhões.

Mulher fazendo Pix pelo celular
(Imagem: Bruno Peres/Agência Brasil)

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O Pix movimentou R$ 35,36 trilhões em transferências ao longo do ano passado, segundo o Banco Central. O montante representa três vezes o valor do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2024, de R$ 11,8 trilhões. A quantidade de transações chegou a 79,8 bilhões.

O destaque vai para dezembro de 2025:

  • R$ 3,784 trilhões em movimentação.
  • Recorde de 313.339.828​​ transações em 05/12​/2025
  • 7,874 bilhões de transações.
  • Em janeiro de 2026, foram 6 bilhões de operações realizadas.

Os gráficos a seguir são do site do Banco Central.

  • O Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI) é a infraestrutura centralizada e única para liquidação de pagamentos instantâneos entre instituições distintas no Brasil.

2024 x 2025

Indicador 2024 2025 Crescimento (%)
Volume Financeiro R$ 26,46 tri R$ 35,36 tri 33,64%
Qtd. de Transações 63,5 bi 79,8 bi 25,67%

Segundo o Banco Central, mais de 170 milhões de pessoas físicas usam o Pix, o que representa 80% da população brasileira.

5 anos de Pix: o sistema instantâneo que revolucionou os pagamentos digitais no Brasil

No dia 16 de novembro de 2020, o Pix entrava oficialmente em operação. Desenvolvido pelo Banco Central, o sistema de pagamentos instantâneos chegava com a proposta de simplificar as transações no Brasil. E, com meia década de vida, dá para dizer que ele foi revolucionário.

Criado para transferências instantâneas, o Pix foi ganhando novas funções ao longo dos anos. Hoje, a ferramenta permite pagamentos automáticos, agendamentos, operações por aproximação e outros recursos que facilitaram a rotina dos usuários.

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Golpe no Pix: novas regras de segurança já são obrigatórias

Novas regras de segurança para o Pix, criadas pelo Banco Central, passaram a valer na última segunda-feira (02). O foco principal é melhorar o chamado Mecanismo Especial de Devolução (MED), ferramenta cujo objetivo é ajudar você a recuperar seu dinheiro em caso de golpes ou fraudes.

O sistema anterior era considerado lento. Para você ter ideia, os bancos conseguiam recuperar menos de 10% do dinheiro roubado, em média. Isso porque os golpistas espalham o valor muito rápido. Com a mudança, o objetivo é reduzir as fraudes em até 40% e tornar o processo de devolução mais eficiente.

Bruno Capozzi

Bruno Capozzi é jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e mestre em Ciências Sociais pela PUC-SP, tendo como foco a pesquisa de redes sociais e tecnologia.

Olhar Digital

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