Por meio do Programa Saúde na Escola, a Secretaria Municipal de Saúde, por meio da equipe de Vigilância Sanitária Ambiental, está realizando uma série de palestras educativas para conscientizar a população sobre a importância de manter os quintais das residências limpos. Na Escola Municipal Jardim das Flores, cerca de 240 crianças participaram das atividades nos dois turnos.
A dinâmica consiste em uma peça teatral na qual o Agente de Combate às Endemias (ACE) realiza uma visita à casa de Dona Maria (nome fictício) para verificar se a moradora está fazendo “o dever de casa”. Apesar de não ser muito receptiva no início, ao final ela permite a entrada do agente, que constata a presença de diversos objetos que podem se tornar criadouros do mosquito da dengue.
A pequena Eloisa Amaral, de 8 anos, estudante do segundo ano da Escola Municipal Jardim da Flores, participou da atividade e aprendeu a importância de manter o quintal limpo. “Ajuda as crianças a aprender sobre saúde. Também ajuda para o mosquitinho não picar a gente”, disse.
Também estudante da Escola Municipal Jardim da Flores, Isabela Paixão comentou sobre a apresentação: “Gostei do teatro, porque ajuda as crianças a entender que não se pode ficar em lugares perigosos”. Ela acrescentou ainda que gostou da música apresentada.
Segundo a diretora da Escola Municipal Jardim das Flores, Genilde Evangelista Oliveira Brandão, essa abordagem didática torna o tema mais atrativo para os alunos. “Conscientiza as crianças a evitarem a proliferação do mosquito em suas residências. Aqui, eles aprenderam sobre os locais onde o mosquito pode se reproduzir. Essas crianças irão conversar com os pais”, destacou.
A diretora explica ainda que o tema também é trabalhado no dia a dia com os alunos, o que reforça o processo de conscientização. Além da Escola Municipal Jardim das Flores, também já foram atendidas as instituições Creche Criança Feliz, Tio Toninho, Irmã Dulce, Alegria de Aprender e Tiradentes, totalizando cerca de mil alunos.
A coordenadora da Vigilância Ambiental, Viviane Martins Dourado, explica que essa didática lúdica realizada no ambiente escolar complementa o trabalho dos agentes de endemias. “Acreditamos no potencial multiplicador das crianças, que vem para somar ao trabalho já realizado pelos agentes no dia a dia. Assim, podemos combater a dengue de forma mais ampla. Esses alunos irão comentar em casa e, de alguma forma, contribuir para o combate à proliferação do mosquito”, finaliza.










