Idosos atendidos pelo Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Colíder participaram de uma ação da 23ª Zona Eleitoral para tirar dúvidas sobre as Eleições de 2026 e conhecer, na prática, o funcionamento da urna eletrônica. A palestra foi ministrada pela juíza Érika Cristina Camilo Camin, da 23ª Zona Eleitoral, e tratou da importância do voto, da biometria e da sequência que o eleitor encontrará na urna neste domingo, dia 4 de outubro.
Além das orientações, uma urna foi levada ao local para uma votação simulada. Os participantes puderam treinar a digitação dos números, acompanhar cada etapa e esclarecer dúvidas diretamente com a equipe eleitoral. A intenção da magistrada foi tornar o procedimento mais familiar, principalmente para quem tem dificuldade com a sequência dos cargos ou receio de cometer algum erro durante a votação.
“A urna é simples de utilizar, mas conhecer antes o procedimento ajuda a eliminar dúvidas. Esse contato permite que o eleitor entenda a sequência da votação e chegue ao dia da eleição sabendo o que encontrará”, argumenta Érika Camin.
SEIS VOTOS NA URNA
Érika Cristina Camilo Camin explicou que nas eleições deste ano o eleitor fará seis escolhas. A primeira será para deputado federal, com quatro dígitos, seguida de deputado estadual, com cinco. Depois serão registrados dois votos para senador, um para cada vaga em disputa. Na sequência, o eleitor escolherá governador e presidente da República.
Como dois senadores serão eleitos por Estado em 2026, os votos precisam ser destinados a candidatos diferentes. Caso o eleitor digite novamente o mesmo candidato na segunda escolha para o Senado, esse segundo voto será anulado.
Outro assunto aborda pela juíza eleitoral foi a biometria, utilizada pela Justiça Eleitoral para confirmar a identidade do eleitor e dar maior segurança à identificação no momento da votação.
TREINO E ESCLARECIMENTO
A secretária municipal de Assistência Social, Michele Schenkel, avalia que a atividade aproximou informações eleitorais de um público que, muitas vezes, chega ao período de votação com dúvidas práticas sobre o uso da urna.
“Eles puderam perguntar, testar a urna e fazer o procedimento sem pressa. É uma oportunidade para entender cada etapa antes do dia da eleição e esclarecer dúvidas que, às vezes, parecem pequenas, mas causam insegurança na hora de votar”, comenta Michele.
A demonstração permitiu ainda que os idosos visualizassem a ordem dos cargos, praticassem a digitação e utilizassem as teclas de confirmação, correção e voto em branco.
Redação: Assessoria













