Segundo a Reuters, a Organização Mundial da Saúde reduziu o número de notificações de casos suspeitos de ebola após análise recente sobre o status do surto do vírus no continente africano. O total de casos suspeitos passou de 906 para 116 em poucos dias, após a reavaliação clínica de pacientes que não tinham a infecção.
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De acordo com a OMS, os registros confirmados chegam a 330 infecções no total, somando República Democrática do Congo e Uganda. No mesmo conjunto de dados, foram contabilizadas 49 mortes, resultado das duas ocorrências nacionais.
O surto foi identificado em 15 de maio na província de Ituri, no nordeste congolês. A organização explica que pessoas com sintomas compatíveis entram inicialmente como suspeitas até a conclusão de exames laboratoriais, o que pode alterar os números ao longo da investigação.
Para quem tem pressa:
- A OMS revisou dados e reduziu de forma acentuada os casos suspeitos de ebola no continente africano após reavaliações clínicas;
- O balanço mais recente aponta 330 infecções confirmadas e 49 mortes somando dados colhidos da República Democrática do Congo e Uganda;
- O surto, identificado em maio em Ituri (RDC), ainda passa por monitoramento, com casos sendo confirmados ou descartados conforme exames laboratoriais.
Evolução do surto e reclassificação de casos

A redução expressiva no número de suspeitas ocorreu após equipes de vigilância sanitária descartarem parte dos registros iniciais. Muitos pacientes avaliados apresentaram outras doenças ou quadros febris sem relação com o vírus ebola.
Na República Democrática do Congo, as autoridades confirmaram o total de 321 infecções e 48 mortes. Em Uganda, foram registrados nove casos e uma morte, compondo o total consolidado apresentado pela organização internacional.

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Conforme a Organização Mundial da Saúde, o procedimento padrão em surtos desse tipo inclui classificar como suspeita qualquer pessoa com sintomas compatíveis ou que busque atendimento durante o período de monitoramento. Apenas testes laboratoriais definem a confirmação ou a exclusão do caso.
O vírus do ebola se transmite pelo contato direto com fluidos corporais de pessoas infectadas e pode provocar febre hemorrágica grave. A letalidade é considerada elevada, o que exige resposta rápida das autoridades sanitárias.
Wagner Edwards
Wagner Edwards é Bacharel em Jornalismo e atua como Analista de SEO e de Conteúdo no Olhar Digital. Possui experiência, também, na redação, edição e produção de textos para notícias e reportagens.









